2E eis que estava ali diante dele um certo homem hidrópico.
30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
35Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
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2E eis que estava ali diante dele um certo homem hidrópico.
30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
35Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
4Jurou o Senhor,e não se arrependerá:tu és um sacerdote eterno,segundoa ordem de Melquisedeque.
5O Senhor,à tua direita, ferirá os reisno dia da sua ira.
7Beberá do ribeiro no caminho,por isso exaltará a cabeça.
10Deleitar-se-á no Todo-Poderoso,ou invocará a Deus em todo o tempo?
20Pavores se apoderam dele como águas;de noite o arrebata a tempestade.
21O vento oriental leva-o, e ele se vai,e varre-o com ímpeto do seu lugar.
7Ainda que ele não cuide assim,nem o seu coração assim o imagine;antes no seu coração intentadestruir e desarraigarnão poucas nações.
23Porque determinada já a destruição, o Senhor Deus dos Exércitos a executará no meio de toda esta terra.
25Porque daqui a bem pouco se cumprirá a minha indignação e a minha ira, para a consumir.
24O soberbo e presumido,zombador é o seu nome,trata com indignaçãoe soberba.
27O sacrifício dos ímpiosjá é abominação;quanto mais oferecendo-ocom má intenção!
29O homem ímpio endurece o seu rosto;mas o reto considerao seu caminho.
2Filho do homem, dirige o teu rosto contra o monte Seir, e profetiza contra ele.
5Porquanto guardaste inimizade perpétua, e espalhaste os filhos de Israel pelo poder da espada no tempo da sua calamidade e no tempo da iniquidade final.
14Assim diz o Senhor Deus: Quando toda a terra se alegrar eu te porei em desolação.
1Lança o teu pão sobre as águas,porque depois de muitos diaso acharás.
3Estando as nuvens cheias,derramam a chuva sobre a terra,e caindo a árvore para o sul,ou para o norte,no lugar em que a árvore cair ali ficará.
4Quem observa o vento,nunca semeará,e o que olha para as nuvensnunca segará.
12Quem ferir alguém, de modo que este morra, certamente será morto.
14Mas se alguém agir premeditadamente contra o seu próximo, matando-o à traição, tirá-lo-ás do meu altar, para que morra.
30Se lhe for imposto resgate, então dará por resgate da sua vida tudo quanto lhe for imposto,
25Mas primeiro convém que ele padeça muito, e seja reprovado por esta geração.
29Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos.
35Duas estarão juntas, moendo; uma será tomada, e outra será deixada.
2Porque cedo serão ceifadoscomo a erva,e murcharãocomo a verdura.
11Mas os mansos herdarão a terra,e se deleitarãona abundância de paz.
24Ainda que caia, não ficará prostrado,pois o Senhor osustém com a sua mão.
2Como o servoque suspira pela sombra,e como o assalariadoque espera pela sua paga,
5A minha carne se tem vestido de vermese de torrões de pó;a minha pele está gretada,e se fez abominável.
6Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão,e acabam-se,sem esperança.
7Antes que estivesse de parto,deu à luz; antesque lhe viessem as dores,deu à luz um menino.
8Quem jamais ouviu talcoisa? Quem viu coisassemelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma naçãode uma só vez?Mas Sião estevede partoe já deuà luz seusfilhos.
15Porque, eis que o Senhor virácom fogo;e os seus carroscomo um torvelinho;para tornar a sua iraem furor, e a sua repreensãoem chamas de fogo.
12O avisado vê o male esconde-se;mas os simples passame sofrem a pena.
14O que, pela manhã de madrugada,abençoa o seu amigo em alta voz,lho será imputado por maldição.
15O gotejar contínuoem dia de grande chuva,e a mulher contenciosa,uma e outra são semelhantes;
17Quando quer,move a sua caudacomo cedro;os nervos das suas coxas estão entretecidos.
22As árvores sombrias o cobrem,com sua sombra;os salgueiros do ribeiro o cercam.
23Eis que um rio transborda,e ele não se apressa,confiando aindaque o Jordão se levante até à sua boca.
5Bem-aventuradoo homem cuja força está em ti,em cujo coração estãoos caminhos aplanados.
6Que, passando pelo vale de Baca,faz dele uma fonte;a chuvatambém enche os tanques.
12Senhor dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.
4Eis que eu o dei por testemunha aos povos,como lídere governadordos povos.
6Buscaiao Senhor enquanto se pode achar,invocai-oenquantoestá perto.
10Porque, assim como desce a chuvae a neve dos céus,e para lá não tornam,mas regam a terra,e a fazem produzir, e brotar,e dar semente ao semeador,e pão ao que come,
4Mas o seu fim éamargoso como o absinto,agudo como a espada de dois gumes.
5Os seus pés descempara a morte;os seus passos estãoimpregnados do inferno.
16Derramar-se-iamas tuas fontes por fora,e pelas ruasos ribeiros de águas?
24O seu coração é firmecomo uma pedrae firme como a mó de baixo.
27Ele considera o ferro como palha,e o cobre como pau podre.
32Após si deixa uma vereda luminosa;parece o abismo tornado em brancura de cabelos.
29Faz cessar a tormenta,e acalmam-se as suas ondas.
35Converte o deserto em lagoa,ea terra seca em fontes.
40Derrama o desprezo sobre os príncipes,eos faz andar desgarrados pelo deserto,onde não há caminho.
6Também os rios exalarão mau cheiroe se esgotarãoe secarão os canais do Egito;as canas e os juncos murcharão.
7A relva junto ao rio,junto às ribanceiras dos rios,e tudo o que foisemeado junto ao rio,secará, será arrancadoe não subsistirá.
24Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra.