5Louvem o nome do Senhor,pois mandou,e logo foram criados.
8Fogo e saraiva, neve e vapores,e vento tempestuosoque executa a sua palavra;
10As feras e todos os gados,répteis e aves voadoras;
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5Louvem o nome do Senhor,pois mandou,e logo foram criados.
8Fogo e saraiva, neve e vapores,e vento tempestuosoque executa a sua palavra;
10As feras e todos os gados,répteis e aves voadoras;
1Naquele dia o Senhorcastigará com a suadura espada,grande e forte, o leviatã,serpente veloz,e o leviatã,a serpente tortuosa,e matará o dragão, que está no mar.
4Não há indignação em mim.Quem me poria sarças eespinheiros diante de mimna guerra? Eu iria contra eles ejuntamente os queimaria.
6Dias virão em que Jacó lançará raízes, eflorescerá e brotará Israel,e encherão de fruto a face do mundo.
9Os grandes não são os sábios,nem os velhos entendem o que é direito.
15Estão pasmados,não respondem mais,faltam-lhes as palavras.
19Eis que dentro de mim soucomo o mosto,sem respiradouro,prestes a arrebentar,como odres novos.
4O furor é cruele a ira impetuosa,mas quem poderá enfrentar a inveja?
6Leais são as feridasfeitas pelo amigo,mas os beijos do inimigosão enganosos.
7A alma farta pisao favo de mel,mas para a alma famintatodo amargo é doce.
2Um cesto tinha figos muito bons, como os figos temporãos; mas o outro cesto tinha figos muito ruins, que não se podiam comer, de ruins que eram.
3E disse-me o Senhor: Que vês tu, Jeremias? E eu disse: Figos: os figos bons, muito bons e os ruins, muito ruins, que não se podem comer, de ruins que são.
5Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Como a estes bons figos, assim também conhecerei aos de Judá, levados em cativeiro; os quais enviei deste lugar para a terra dos caldeus, para o seu bem.
1Acaso falais vós, deveras,ó congregação,a justiça? Julgais retamente,ó filhos dos homens?
7Escorram como águas que correm constantemente.Quando ele armar as suas flechas,fiquem feitasem pedaços.
9Antes que as vossaspanelas sintam o calor dos espinhos,como por umredemoinho osarrebatará ele,vivo eem indignação.
9Ser-vos-ia bom,se ele vos esquadrinhasse?Ou zombareis dele,como se zomba de algum homem?
19Quem é o que contenderá comigo?Se eu agora me calasse,renderia o espírito.
25Porventura acossarás uma folha arrebatada pelo vento?E perseguirás o restolho seco?
4Quem é simples,volte-se para cá.Aos faltos de senso diz:
13A mulher loucaé alvoroçadora;é simples e nada sabe.
18Mas não sabem que ali estão os mortos;os seus convidados estãonas profundezas do inferno.
1Senhor, quem habitaráno teu tabernáculo?Quem moraráno teu santo monte?
4A cujos olhos o réproboé desprezado;mas honra os que tememao Senhor;aquele que jura com dano seu,e contudo não muda.
5Aquele que não dá o seu dinheirocom usura,nem recebe peitascontra o inocente.Quem faz istonunca será abalado.
8Porque qual será a esperança do hipócrita,havendo sido avaro,quando Deus lhe arrancar a sua alma?
13Esta, pois, é a porção do homem ímpio da parte de Deus,e a herança,que os tiranos receberão do Todo-Poderoso.
20Pavores se apoderam dele como águas;de noite o arrebata a tempestade.
10Filho meu,se os pecadores procuram te atrair com agrados,não aceites.
12Traguemo-los vivos,como a sepultura;e inteiros,como os que descem à cova;
22Até quando,ó simples,amareis a simplicidade?E vós escarnecedores,desejareis o escárnio? E vós insensatos,odiareis o conhecimento?
3Dizei a Deus:Quão tremendo és tu nas tuas obras!Pela grandeza do teu poderse submeterão ati os teusinimigos.
12Fizeste com que os homens cavalgassem sobre as nossas cabeças;passamos pelo fogoe pela água;mas nos trouxestea um lugarespaçoso.
15Oferecer-te-ei holocaustos gordurososcom incenso de carneiros;oferecerei novilhos com cabritos.(Selá.)
20Eles num momento morrem;e até à meia-noite os povos são perturbados,e passam,e os poderosos serão tomados não por mão humana.
24Quebranta aos fortes,sem que se possa inquirir,e põe outros em seu lugar.
26Ele os batecomo ímpios que são, à vista dos espectadores;
13O coração alegreaformoseia o rosto,mas pela dor do coraçãoo espírito se abate.
19O caminho do preguiçosoé cercado de espinhos,mas a vereda dos retosé bem aplanada.
28O coração do justo meditano que há de responder,mas a boca dos ímpiosjorra coisas más.
5Famintos e sedentos,a sua alma neles desfalecia.
17Os loucos,por causa da sua transgressão,e por causa das suas iniquidades,são aflitos.
27Andame cambaleiam como ébrios,e perderam todoo tino.
5Brincarás com ele,como se fora um passarinho,ou o prenderáspara tuas meninas?
14Quem abrirá as portas do seu rosto?Pois ao redor dos seus dentes está o terror.
31As profundezas faz ferver,como uma panela;torna o marcomo uma vasilha de unguento.
6Trabalhar com língua falsapara ajuntar tesouros é vaidade queconduz aqueles que buscam a morte.
26O cobiçoso cobiça o dia todo,mas o justo dá,e nada retém.
27O sacrifício dos ímpiosjá é abominação;quanto mais oferecendo-ocom má intenção!
4Eles correm,e se preparam, sem culpa minha;desperta parame ajudares,e olha.
6Voltam à tarde;dão ganidos como cães, e rodeiam a cidade.
15Vagueiem para cima e para baixo por mantimento,e passem a noite sem se saciarem.
10O que faz coisas grandese inescrutáveis;e maravilhassem número.
18Não me permite respirar,antes me farta de amarguras.
26Passam como navios veleiros;como águia que se lança à comida.
5Abominação é ao Senhortodo o altivo de coração;não ficará impunemesmo de mãos postas.
27O homem ímpio cava o mal,e nos seus lábios hácomo que uma fogueira.
28O homem perverso instiga a contenda,e o intrigante separaos maiores amigos.