13O teu nome, ó Senhor,dura perpetuamente,e a tua memória, ó Senhor,de geração em geração.
16Têm boca, mas não falam;têm olhos, e não veem,
17Têm ouvidos, mas não ouvem,nem há respiro algumnas suas bocas.
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13O teu nome, ó Senhor,dura perpetuamente,e a tua memória, ó Senhor,de geração em geração.
16Têm boca, mas não falam;têm olhos, e não veem,
17Têm ouvidos, mas não ouvem,nem há respiro algumnas suas bocas.
3Na boca do tolo estáa punição da soberba,mas os sábiosse conservampelos próprios lábios.
26No temor do Senhor há firme confiançae ele será um refúgiopara seus filhos.
33No coração do prudentea sabedoria permanece,mas o que está no interiordos tolos se faz conhecido.
5Olhai para mim,e pasmai;e ponde a mão sobre a boca.
20Seus olhos verão a sua ruína,e ele beberá do furor do Todo-Poderoso.
32Finalmente é levado à sepultura,e vigiam-lhe o túmulo.
2Senhor, livra a minha almados lábios mentirosose da língua enganadora.
3Que te será dado,ou que te será acrescentado,língua enganadora?
7Pacífico sou,mas quando eu falo já eles procuram a guerra.
3Toma conselho,executa juízo,põe a tua sombra nopino do meio-dia como a noite;esconde os desterrados, enão descubrasos fugitivos.
4Habitem contigo os meus desterrados, ó Moabe;serve-lhes de refúgio perante a face do destruidor;porque o homem violento terá fim;a destruição é desfeita, e os opressores são consumidos sobre a terra.
7Portanto Moabeclamará por Moabe;todos clamarão;gemereis pelosfundamentos de Quir-Haresete, poiscertamente já estãoabatidos.
3Agora cinge os teus lombos,como homem;e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
34Ou podes levantar a tua vozaté às nuvens,para que a abundância das águas te cubra?
41Quem prepara aos corvos o seu alimento,quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando,por não terem o que comer?
8Abre a tua boca a favor do mudo,pela causa de todos que sãodesignados à destruição.
9Abre a tua boca;julga retamente;e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
26Abre a sua boca com sabedoria,e a lei da beneficênciaestá na sua língua.
14Oferece a Deus sacrifício de louvor,e pagaao Altíssimo osteus votos.
16Mas ao ímpio diz Deus:Que fazes tu em recitar os meus estatutos,e em tomar a minha aliançana tua boca?
19Soltas a tua boca para o mal,e a tua língua compõe o engano.
7E destruirá neste montea face da cobertura,com que todos os povos andam cobertos,e o véu comque todas as nações se cobrem.
8Aniquilará a morte para sempre,e assim enxugará oSenhor Deus as lágrimasde todos os rostos,e tirará o opróbrio doseu povo de toda a terra;porque o Senhor o disse.
11E estenderá as suasmãos por entre eles,como as estende o nadadorpara nadar;e abaterá a sua altivezcom as ciladas das suas mãos.
5Porém estende a tua mão, e toca-lhe nos ossos, e na carne, e verás se não blasfema contra ti na tua face!
6E disse o Senhor a Satanás: Eis que ele está na tua mão; porém guarda a sua vida.
9Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre.
2A língua dos sábiosadorna a sabedoria,mas a boca dos tolosderrama a estultícia.
7Os lábios dos sábiosderramam o conhecimento,mas o coração dos tolosnão faz assim.
14O coração entendidobuscará o conhecimento,mas a boca dos tolos seapascentará de estultícia.
28… mas a boca dos ímpios …
12Não chameis conjuração, a tudo quanto este povo chama conjuração; e não temais o que ele teme, nem tampouco vos assombreis.
16Liga o testemunho, sela a lei entre os meus discípulos.
17E esperarei ao Senhor, que esconde o seu rosto da casa de Jacó, e a ele aguardarei.
16Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo;salva-me por tuasmisericórdias.
18Emudeçam os lábios mentirososque falam coisas más com soberbae desprezocontra o justo.
20Tu os esconderás,no secreto da tua presença, dos desaforos dos homens;encobri-los-ás em um pavilhão,da contendadas línguas.
4O ímpio atentapara o lábio iníquo,o mentiroso inclinaos ouvidos à língua maligna.
27O que possui o conhecimentoguarda as suas palavras,e o homem de entendimentoé de precioso espírito.
28Até o tolo, quando se cala,é reputado por sábio;e o que cerra os seus lábios é tido por entendido.
11Mas estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face.
14Que veio um mensageiro a Jó, e lhe disse: Os bois lavravam, e as jumentas pastavam junto a eles;
18Estando ainda este falando, veio outro, e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa de seu irmão primogênito,
7Estende as tuas mãos desde o alto;livra-me, e arrebata-medas muitas águase das mãos dos filhos estranhos,
8Cuja boca fala vaidade,e a sua mão direitaé a destra de falsidade.
11Livra-me, e tira-me das mãosdos filhos estranhos,cuja boca fala vaidade,e a sua mão direitaé a destra de iniquidade,
15O que anda em justiça,e o que fala com retidão;o que rejeita o ganho da opressão,o que sacode das suas mãostodo o presente;o que tapa os seus ouvidospara não ouvir falar de derramamento desangue e fecha os seus olhospara não ver o mal.
16Este habitará nas alturas;as fortalezas das rochas serãoo seu alto refúgio,o seu pão lhe será dado,as suas águas serão certas.
19Não verás mais aquele povo atrevido,povo de fala obscura,que não se pode compreender ede língua tão estranhaque não se pode entender.
7Porque a minha bocaproferirá a verdade,e os meus lábiosabominam a impiedade.
8… da minha boca: não há nelas …
12Eu, a sabedoria,habito com a prudência,e acho o conhecimentodos conselhos.
13… e a boca perversa, eu odeio.
34Bem-aventurado o homemque me dá ouvidos,velando às minhas portas cada dia,esperando às ombreirasda minha entrada.
15Porém ao necessitado livra da espada,e da boca deles,e da mão do forte.
16Assim há esperançapara o pobre;e a iniquidade tapa a sua boca.
21Do açoite da língua estarás encoberto;e não temerás a assolação,quando vier.
4O seu veneno é semelhante ao veneno da serpente;são como a víbora surda,que tapa osouvidos,
5Para não ouvir a vozdos encantadores,do encantador sábioem encantamentos.
6Ó Deus, quebra-lhes os dentes nas suas bocas;arranca, Senhor,os queixaisaos filhos dos leões.