21A herança que no princípioé adquirida às pressas,no fim não será abençoada.
25Laço é para o homemapropriar-se do que é santo,e só refletir depoisde feitos os votos.
26O rei sábio dispersa os ímpiose faz passar sobre eles a roda.
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21A herança que no princípioé adquirida às pressas,no fim não será abençoada.
25Laço é para o homemapropriar-se do que é santo,e só refletir depoisde feitos os votos.
26O rei sábio dispersa os ímpiose faz passar sobre eles a roda.
8Ele é o que cobre o céude nuvens,o que prepara a chuvapara a terra,e o que faz produzir ervasobre os montes;
15O que envia o seu mandamentoà terra;a sua palavra corre velozmente.
16O que dá a neve como lã;espalha a geada como cinza;
8Prende as águas nas suas nuvens,todavia a nuvem não se rasga debaixo delas.
9Encobre a face do seu trono,e sobre ele estende a sua nuvem.
11As colunas do céu tremem,e se espantam da sua ameaça.
4Porque os seus príncipesjá estão em Zoã,e os seus embaixadoresjá chegaram a Hanes.
9Porque este é um povo rebelde,filhos mentirosos,filhos que não queremouvir a lei do Senhor.
23Então te dará chuva sobre a tua semente, com que semeares a terra, como também pão da novidade da terra; e esta será fértil e cheia; naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.
5Entendei, ó simples,a prudência;e vós, insensatos,entendei de coração.
24Quando ainda não havia abismos,fui gerada,quando ainda não havia fontes carregadas de águas.
25Antes que os montes se houvessem assentado,antes dos outeiros,eu fui gerada.
3O mar viu isto, e fugiu;o Jordão voltou para trás.
4Os montes saltaramcomo carneiros,eos outeiros como cordeiros.
8O qual converteu o rochedo em lago de águas,e o seixo em fonte de água.
9Os príncipes continham as suas palavras,e punham a mãosobre a sua boca;
16Dos necessitados era pai,e as causas de que eu não tinha conhecimento inquiriacom diligência.
23Porque me esperavam,como à chuva;e abriam a sua boca,como à chuva tardia.
2Senhor, tem misericórdia de nós,por ti temos esperado;sê tu o nosso braçocada manhã,como também a nossa salvaçãono tempo da tribulação.
8As estradas estão desoladas,cessou o que passava pela vereda,ele rompeu a aliança,desprezou as cidades,e já não faz caso dos homens.
9A terra geme e pranteia,o Líbano se envergonha e se murcha;Sarom se tornou como um deserto;e Basã e Carmeloforam sacudidos.
18O homem iracundosuscita contendas,mas o que tarda em irar-seapaziguará a luta.
19O caminho do preguiçosoé cercado de espinhos,mas a vereda dos retosé bem aplanada.
27O que agir com avarezaperturba a sua casa,mas o que odeiapresentes viverá.
6De madrugada floresce e cresce;à tarde corta-se e seca.
7Pois somos consumidos pela tua ira,e peloteu furor somos angustiados.
15Alegra-nos pelos dias em quenos afligiste,epelos anos em que vimoso mal.
2Visto que os meus pensamentos me fazem responder,eu me apresso.
5O júbilo dos ímpios é breve,e a alegria dos hipócritas momentânea?
11Os seus ossos estão cheios do vigor da sua mocidade,mas este se deitarácom ele no pó.
12A esperança adiadadesfalece o coração,mas o desejo atendido é árvore de vida.
15O bom entendimento favorece,mas o caminhodos prevaricadores é áspero.
24O que não faz usoda vara odeia seu filho,mas o que o ama,desde cedo o castiga.
16Fez sair fontes da rocha,e fez correr as águas como rios.
24E chovera sobre eles o maná para comerem,e lhes derado trigo do céu.
40Quantas vezeso provocaram no deserto,eo entristeceram na solidão!
6Porque à neve diz:Cai sobre a terra;como também à garoae à sua forte chuva.
10Pelo sopro de Deus se dá a geada,e as largas águas se congelam.
16Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvense das maravilhas daqueleque é perfeito nos conhecimentos?
9No crepúsculo, à tarde do dia,na tenebrosa noite e na escuridão.
11Estava alvoroçada e irrequieta;não paravam em sua casa os seus pés.
20Levou na sua mãoum saquitel de dinheiro;voltará para casasó no dia marcado.
10Dos rochedos faz sair rios,e o seu olho vê tudo o que há de precioso.
25Quando deu peso ao vento,e tomou a medida das águas;
26Quando prescreveu leispara a chuvae caminhopara o relâmpago dos trovões;
2Deitar-me fazem verdes pastos,guia-me mansamentea águas tranquilas.
4Ainda que eu andassepelo vale da sombra da morte,não temeria mal algum,porque tu estás comigo;a tua vara e o teu cajadome consolam.
5Preparas uma mesa perante mimna presença dos meus inimigos,unges a minha cabeça com óleo,o meu cálice transborda.
19O Senhor, com sabedoriafundou a terra;com entendimentopreparou os céus.
25Não temas o pavor repentino,nem a investidados perversos quando vier.
30Não contendascom alguém sem causa,se não te fez nenhum mal.
11Entrega-me Deus ao perverso,e nas mãos dos ímpios me faz cair.
15Cosi sobre a minha pele o cilício,e revolvi a minha cabeça no pó.
16O meu rosto está todo avermelhado de chorar,e sobre as minhas pálpebras está a sombra da morte:
5Aquele que por entendimentofez os céus;porque a sua benignidadedura para sempre.
6Aquele que estendeu a terrasobre as águas;porque a sua benignidadedura para sempre.
12Com mão forte,e com braço estendido;porque a sua benignidadedura para sempre;