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9 Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades.

14 Senhor, por que rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?

24 Por que escondes a tua face, e te esqueces da nossa miséria e da nossa opressão?

17 Porque os meus olhos estão sobre todos os seus caminhos; não se escondem da minha face, nem a sua maldade se encobre aos meus olhos.

11 Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.

3 Porquanto os meus inimigos voltaram atrás, caíram e pereceram diante da tua face.

14 Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará.

7 Ouve-me depressa, ó Senhor; o meu espírito desmaia. Não escondas de mim a tua face, para que não seja semelhante aos que descem à cova.

14 Eu os remirei da mão do inferno, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua perdição? O arrependimento está escondido de meus olhos.

9 Não escondas de mim a tua face, não rejeites ao teu servo com ira; tu foste a minha ajuda, não me deixes nem me desampares, ó Deus da minha salvação.

1 Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,

6 Ajuntam-se, escondem-se, marcam os meus passos, como aguardando a minha alma.

9 Livra-me, ó Senhor, dos meus inimigos; fujo para ti, para me esconder.

10 Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.

16 Porém eu não me apressei em ser o pastor seguindo-te; nem tampouco desejei o dia da aflição, tu o sabes; o que saiu dos meus lábios está diante de tua face.

1 Filho meu, guarda as minhas palavras, e esconde dentro de ti os meus mandamentos.

10 Porque não fechou as portas do ventre; nem escondeu dos meus olhos a canseira.

22 Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.

3 Não há coisa sã na minha carne, por causa da tua cólera; nem há paz em meus ossos, por causa do meu pecado.

6 Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos?

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20 Duas coisas somente não faças para comigo; então não me esconderei do teu rosto:

33 Na tua terra não habitarão, para que não te façam pecar contra mim; se servires aos seus deuses, certamente isso será um laço para ti.

24 Conforme a sua imundícia e conforme as suas transgressões me houve com eles, e escondi deles a minha face.

5 E disse ao rei: Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique.

10 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7 E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal;

23 Mas tu, ó Senhor, sabes todo o seu conselho contra mim para matar-me; não perdoes a sua maldade, nem apagues o seu pecado de diante da tua face; mas tropecem diante de ti; trata-os assim no tempo da tua ira.

6 As minhas costas ofereci aos que me feriam, e a minha face aos que me arrancavam os cabelos; não escondi a minha face dos que me afrontavam e me cuspiam.

46 Até quando, Senhor? Acaso te esconderás para sempre? Arderá a tua ira como fogo?

29 Nem lhes esconderei mais a minha face, pois derramarei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus.

6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

4 Em recompensa do meu amor são meus adversários; mas eu faço oração.

20 Tu os esconderás, no secreto da tua presença, dos desaforos dos homens; encobri-los-ás em um pavilhão, da contenda das línguas.

10 E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.

13 Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.

30 Pois já os meus olhos viram a tua salvação,

123 Os meus olhos desfaleceram pela tua salvação e pela promessa da tua justiça.

6 Pois o abençoaste para sempre; tu o enches de gozo com a tua face.

170 Chegue a minha súplica perante a tua face; livra-me segundo a tua palavra.

8 Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o Senhor, o teu Redentor.

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148 Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua palavra.

5 Ele recompensará com o mal os meus inimigos. Destrói-os na tua verdade.

105 Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.

3 E, se se esconderem no cume do Carmelo, buscá-los-ei, e dali os tirarei; e, se dos meus olhos se ocultarem no fundo do mar, ali darei ordem à serpente, e ela os picará.

3 Porque a tua benignidade está diante dos meus olhos; e tenho andado na tua verdade.

4 Então clamarão ao Senhor, mas não os ouvirá; antes esconderá deles a sua face naquele tempo, visto que eles fizeram mal nas suas obras.

2 E se és homem de grande apetite, põe uma faca à tua garganta.

1 Oh! Se fendesses os céus, e descesses, e os montes se escoassem de diante da tua face,

14 Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.

13 Entrarei em tua casa com holocaustos; pagar-te-ei os meus votos,

18 Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei.

101 Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra.

15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar.

3 Toma conselho, executa juízo, põe a tua sombra no pino do meio-dia como a noite; esconde os desterrados, e não descubras os fugitivos.

15 Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.

15 Por isto saí ao teu encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei.

7 Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua face?

28 Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; com a tua face me encherás de júbilo.

10 De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.

9 Toma na tua mão pedras grandes, e esconde-as no barro, no forno que está à entrada da casa de Faraó, em Tafnes, perante os olhos dos homens de Judá,

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139 O meu zelo me consumiu, porque os meus inimigos se esqueceram da tua palavra.

3 Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão.

136 Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei.

133 Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.

2 Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;

16 Está queimada pelo fogo, está cortada; pereceu pela repreensão da tua face.

5 Porém estende a tua mão, e toca-lhe nos ossos, e na carne, e verás se não blasfema contra ti na tua face!

5 E Jonadabe lhe disse: Deita-te na tua cama, e finge-te doente; e, quando teu pai te vier visitar, dize-lhe: Peço-te que minha irmã Tamar venha, e me dê de comer pão, e prepare a comida diante dos meus olhos, para que eu a veja e coma da sua mão.

5 Eis que eu estou contra ti, diz o Senhor dos Exércitos; e levantarei a tua saia sobre a tua face, e às nações mostrarei a tua nudez, e aos reinos a tua vergonha.

13 Quem dera que me escondesses na sepultura, e me ocultasses até que a tua ira se fosse; e me pusesses um limite, e te lembrasses de mim!

23 E os gentios saberão que os da casa de Israel, por causa da sua iniquidade, foram levados em cativeiro, porque se rebelaram contra mim, e eu escondi deles a minha face, e os entreguei nas mãos de seus adversários, e todos caíram à espada.

11 Mas estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face.

7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

20 Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.

19 Para que a tua confiança esteja no Senhor, faço-te sabê-las hoje, a ti mesmo.

19 Levanta-te, Senhor; não prevaleça o homem; sejam julgados os gentios diante da tua face.

15 Bem-aventurado o povo que conhece o som alegre; andará, ó Senhor, na luz da tua face.

15 Então lhe disse: Se tua presença não for conosco, não nos faças subir daqui.

16 Assim que aquele que se bendisser na terra, se bendirá no Deus da verdade; e aquele que jurar na terra, jurará pelo Deus da verdade; porque já estão esquecidas as angústias passadas, e estão escondidas dos meus olhos.

29 Se agora também tirardes a este da minha face, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer os meus cabelos brancos com aflição à sepultura.

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18 Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados.

82 Os meus olhos desfalecem pela tua palavra; entrementes dizia: Quando me consolarás tu?

23 E o homem, dono da casa, saiu a eles e disse-lhes: Não, irmãos meus, ora não façais semelhante mal; já que este homem entrou em minha casa, não façais tal loucura.

26 Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem discernem o impuro do puro; e de meus sábados escondem os seus olhos, e assim sou profanado no meio deles.

1 E disseram os filhos dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito.

9 Todas as nações que fizeste virão e se prostrarão perante a tua face, Senhor, e glorificarão o teu nome.

27 Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face.

3 Quando fazias coisas terríveis, que nunca esperávamos, descias, e os montes se escoavam diante da tua face.

12 Quanto a mim, tu me sustentas na minha sinceridade, e me puseste diante da tua face para sempre.

6 Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus de Jacó. (Selá.)

18 Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos, então seria a tua paz como o rio, e a tua justiça como as ondas do mar!

4 E eu vos enviei todos os meus servos, os profetas, madrugando e enviando a dizer: Ora, não façais esta coisa abominável que odeio.

3 Que lhe disseram: Assim diz Ben-Hadade: A tua prata e o teu ouro são meus; e tuas mulheres e os melhores de teus filhos são meus.

8 Senhor, guia-me na tua justiça, por causa dos meus inimigos; endireita diante de mim o teu caminho.

7 Andando eu no meio da angústia, tu me reviverás; estenderás a tua mão contra a ira dos meus inimigos, e a tua destra me salvará.

42 Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.

21 Ora, para que vós também possais saber dos meus negócios, e o que eu faço, Tíquico, irmão amado, e fiel ministro do Senhor, vos informará de tudo.

44 Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre.

25 Porém os filhos de Dã lhe disseram: Não nos faças ouvir a tua voz, para que porventura homens de ânimo mau não se lancem sobre vós, e tu percas a tua vida, e a vida dos da tua casa.

30 Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho Jesus.

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