3Esta é minha defesa para com os que me condenam.
4Não temos nós direito de comer e beber?
6Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
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3Esta é minha defesa para com os que me condenam.
4Não temos nós direito de comer e beber?
6Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
4Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor.
7Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?
8Já estais fartos! Já estais ricos! Sem nós reinais! E quisera reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco!
10A repreensão penetramais profundamenteno prudente do quecem açoites no tolo.
15O que justifica o ímpio,e o que condena o justo,tanto um como o outrosão abomináveisao Senhor.
27O que possui o conhecimentoguarda as suas palavras,e o homem de entendimentoé de precioso espírito.
18É árvore de vida para os que dela tomam,e são bem-aventuradostodos os que a retêm.
27Não deixes de fazerbem a quem o merece,estando em tuas mãosa capacidade de fazê-lo.
30Não contendascom alguém sem causa,se não te fez nenhum mal.
1Converte-te, ó Israel,ao Senhor teu Deus;porque pelos teus pecadostens caído.
4Eu sararei a sua infidelidade,eu voluntariamente os amarei;porque a minha irase apartou deles.
9Quem é sábio,para que entenda estas coisas?Quem é prudente,para que as saiba?Porque os caminhos do Senhorsão retos,e os justos andarão neles,mas os transgressoresneles cairão.
9Visto que hoje somos interrogados acerca do benefício feito a um homem enfermo, e do modo como foi curado,
21Mas eles ainda os ameaçaram mais e, não achando motivo para os castigar, deixaram-nos ir, por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que acontecera;
28Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer.
8Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.
13Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino.
14Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.
3Porque nos basta que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, embriaguezes, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;
5Os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos.
12Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;
3Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
22Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado.
25Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: Odiaram-me sem causa.
9Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço;
10Consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção.
13Porque, se o sangue dos touros e bodes, e a cinza de uma novilha aspergida sobre os imundos, os santifica, quanto à purificação da carne,
13Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria.
17Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.
18Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.
1Quando houver contenda entre alguns, e vierem a juízo, para que os julguem, ao justo justificarão, e ao injusto condenarão.
2E será que, se o injusto merecer açoites, o juiz o fará deitar-se, para que seja açoitado diante de si; segundo a sua culpa, será o número de açoites.
14Na tua casa não terás dois tipos de efa, um grande e um pequeno.
7Porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava.
21O comprimento de cada tábua era de dez côvados, e a largura de cada tábua era de um côvado e meio.
29As quais por baixo estavam juntas, e também se ajuntavam por cima com uma argola; assim fez com ambas nos dois cantos.
2E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados?
9Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? Salvar a vida, ou matar?
24Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.
6Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.
12Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.
14Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
5Sendo, pois, o homem justo, e praticando juízo e justiça,
9Andando nos meus estatutos, e guardando os meus juízos, e procedendo segundo a verdade, o tal justo certamente viverá, diz o Senhor Deus.
19Mas dizeis: Por que não levará o filho a iniquidade do pai? Porque o filho procedeu com retidão e justiça, e guardou todos os meus estatutos, e os praticou, por isso certamente viverá.
2Muitas vezes me angustiaramdesde a minha mocidade;todavia não prevaleceramcontra mim.
3Os lavradores araramsobre as minhas costas;compridos fizeram os seus sulcos.
4O Senhor é justo;cortou as cordas dos ímpios.
16Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?
17Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora de teu tempo?
27Vedes aqui, isto achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com a outra para achar a razão delas;
7Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo.
10Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.
12Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas.
3Eu visto os céus de negridão,pôr-lhes-ei um saco para a sua cobertura.
6As minhas costas ofereci aosque me feriam,e a minha face aosque me arrancavam os cabelos;não escondi a minha facedos que me afrontavame me cuspiam.
8Perto está o que me justifica;quem contenderá comigo? Compareçamos juntamente;quem é meuadversário?Chegue-se para mim.