23E da tribo de Dã, Elteque e os seus arrabaldes, Gibetom e os seus arrabaldes;
29Jarmute e os seus arrabaldes, En-Ganim e os seus arrabaldes; quatro cidades.
37Quedemote e os seus arrabaldes, e Mefaate e os seus arrabaldes; quatro cidades.
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23E da tribo de Dã, Elteque e os seus arrabaldes, Gibetom e os seus arrabaldes;
29Jarmute e os seus arrabaldes, En-Ganim e os seus arrabaldes; quatro cidades.
37Quedemote e os seus arrabaldes, e Mefaate e os seus arrabaldes; quatro cidades.
12Concebi eu porventura todo este povo? Dei-o eu à luz? Para que me dissesses: leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama, à terra que juraste a seus pais?
34Por isso o nome daquele lugar se chamou Quibrote-Ataavá, porquanto ali enterraram o povo que teve o desejo.
35De Quibrote-Ataavá caminhou o povo para Hazerote, e pararam em Hazerote.
2Suba a minha oraçãoperante a tua facecomo incenso,e as minhas mãos levantadassejam comoo sacrifício da tarde.
7Os nossos ossos são espalhadosà boca da sepulturacomo se alguém fenderae partira lenha na terra.
10Caiam os ímpiosnas suas próprias redes,até que eu tenha escapadointeiramente.
5Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acaia em Cristo.
23Saúda-vos Gaio, meu hospedeiro, e de toda a igreja. Saúda-vos Erasto, procurador da cidade, e também o irmão Quarto.
24A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.
7Lembra-te agora qual é o inocenteque jamais pereceu?E onde foram os sinceros destruídos?
12Uma coisa me foi trazida em segredo;e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
21Porventura não passa com eles a sua excelência?Morrem, mas sem sabedoria.
21Os restantes se converterão ao Deus forte, sim, os restantes de Jacó.
25Porque daqui a bem pouco se cumprirá a minha indignação e a minha ira, para a consumir.
31Madmena já se foi;os moradores de Gebimvão fugindo em bandos.
3Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
6E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando.
49Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos.
8Sim, que fostes ver? Um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis.
9Mas, então que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta;
16Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros,
17E assim cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas.
21Foste chamado sendo servo? Não te dê cuidado; e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião.
31E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa.
16Até os filhos de Nofe e deTafnes te quebraram o alto da cabeça.
31Oh geração!Considerai vós a palavra do Senhor:Porventura tenho eu sido para Israel um deserto?Ou uma terra da mais espessa escuridão?Por que, pois, diz o meu povo:Temos determinado; não viremos mais a ti?
32Porventura esquece-se a virgem dos seus enfeites,ou a noiva dos seus adornos?Todavia o meu povo seesqueceu de mim por inumeráveis dias.
18Como também os atormentados dos espíritos imundos; e eram curados.
21Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir.
33E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo.
17Maldito aquele que remover os limites do seu próximo. E todo o povo dirá: Amém.
21Maldito aquele que se deitar com algum animal. E todo o povo dirá: Amém.
25Maldito aquele que aceitar suborno para ferir uma pessoa inocente. E todo o povo dirá: Amém.
4O furor é cruele a ira impetuosa,mas quem poderá enfrentar a inveja?
13Quando alguém ficapor fiador do estranho,toma-lhe até a sua roupa,e por penhor àqueleque se obrigapela mulher estranha.
14O que, pela manhã de madrugada,abençoa o seu amigo em alta voz,lho será imputado por maldição.
2Fez, pois, Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.
10Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.
22Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.
2Antes no coração forjais iniquidades;sobre a terrapesais aviolência das vossasmãos.
3Alienam-se os ímpios desde a madre;andam errados desdeque nasceram,falando mentiras.
9Antes que as vossaspanelas sintam o calor dos espinhos,como por umredemoinho osarrebatará ele,vivo eem indignação.
1Chama agora;há alguémque te responda?E para qual dos santos te virarás?
7Mas o homem nascepara a tribulação,como as faíscas se levantampara voar.
14Eles de dia encontram as trevas;e ao meio-dia andam às apalpadelascomo de noite.
1Peso do vale da visão. Que tens agora, pois que com todos os teus subiste aos telhados?
2Tu, cheia de clamores,cidade turbulenta,cidade alegre,os teus mortos não forammortos à espada,nem morreram na guerra.
16Que é que tens aqui, ou a quem tens tu aqui, para que cavasses aqui uma sepultura? Cavando em lugar alto a sua sepultura, e cinzelando na rocha uma morada para ti mesmo?
4E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti.
8E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito.
22E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira.
3E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha.
10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.
14E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas, e zombavam dele.
3Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi; porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.
11E Moisés fez assim; como lhe ordenara o Senhor, assim fez.
13Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do Senhor, morrerá; seremos pois todos consumidos?