13Na prosperidade gastam os seus dias,e num momento descem à sepultura.
21Por que,que prazer teria na sua casa,depois de morto, cortando-se-lhe o número dos seus meses?
23Um morre na força da sua plenitude,estando inteiramente sossegado e tranquilo.
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13Na prosperidade gastam os seus dias,e num momento descem à sepultura.
21Por que,que prazer teria na sua casa,depois de morto, cortando-se-lhe o número dos seus meses?
23Um morre na força da sua plenitude,estando inteiramente sossegado e tranquilo.
17E ainda prosseguiramem pecar contra ele,provocandoao Altíssimo na solidão.
39Porque se lembrou deque eram de carne,vento que passa e não volta.
40Quantas vezeso provocaram no deserto,eo entristeceram na solidão!
5Responde ao tolo segundoa sua estultícia,para que não seja sábioaos seus próprios olhos.
12Tens visto o homem queé sábio a seus própriosolhos? Pode-se esperarmais do tolo do que dele.
16Mais sábio é o preguiçosoa seus próprios olhosdo que sete homensque respondem bem.
23E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu:
30E eis que derradeiros há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros.
35Eis que a vossa casa vos é deixada deserta. E em verdade vos digo que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor.
12Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados.
18Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele o meu espírito, e anunciará aos gentios o juízo.
30Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.
6Aquele que feria aos povos com furor,com golpes incessantes,e que com ira dominava sobre as nações agora é perseguido,sem que alguém o possa impedir.
17Que punha o mundocomo o deserto,e assolava as suascidades? Que não abriaa casa de seus cativos?
27Porque o Senhor dosExércitos o determinou;quem o invalidará? E asua mão está estendida;quem pois a fará voltar atrás?
3Sobre um instrumento de dez cordas,e sobre o saltério;sobre a harpa com som solene.
6O homem brutal não conhece,nem o louco entende isto.
15Para anunciar que o Senhor é reto.Ele é a minha rochae nele não há injustiça.
1Filho meu,se ficaste por fiadordo teu companheiro,se deste a tua mão ao estranho,
9Ó preguiçoso,até quando ficarás deitado?Quando te levantarás do teu sono?
11Assim sobrevirá a tua pobrezacomo o meliante,e a tua necessidadecomo um homem armado.
7Lembra-te agora qual é o inocenteque jamais pereceu?E onde foram os sinceros destruídos?
17Seria porventura o homem mais justo do que Deus?Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?
21Porventura não passa com eles a sua excelência?Morrem, mas sem sabedoria.
12Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia.
13Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro?
15Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?
56Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia.
59E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai.
61Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa.
3O prudente prevê o mal,e esconde-se;mas os simples passame acabam pagando.
24Não sejas companheirodo homem briguentonem andes com o colérico,
29Viste o homem diligente na sua obra?Perante reis será posto;não permaneceráentre os de posição inferior.
3Mas eu falarei ao Todo-Poderoso,e quero defender-me perante Deus.
9Ser-vos-ia bom,se ele vos esquadrinhasse?Ou zombareis dele,como se zomba de algum homem?
19Quem é o que contenderá comigo?Se eu agora me calasse,renderia o espírito.
11Não te alongues de mim,pois a angústia está perto,e não há quem ajude.
19Mas tu, Senhor,não te alongues de mim.Força minha,apressa-te em socorrer-me.
30Uma semente o servirá;será declarada ao Senhora cada geração.
18Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
24Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
30Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
5Os pensamentos do diligentetendem só para a abundância,porém os de todo apressado,tão somente para a pobreza.
8O caminho do homemé todo perversoe estranho,porém a obra do homem puro é reta.
26O cobiçoso cobiça o dia todo,mas o justo dá,e nada retém.
12Quando eram poucos homensem número,sim, mui poucos,e estrangeiros nela;
17Mandou perante eles um homem,José,que foi vendido por escravo;
34Falou ele e vieram gafanhotose pulgão sem número.
4Eliú, porém, esperou para falar a Jó, porquanto tinham mais idade do que ele.
9Os grandes não são os sábios,nem os velhos entendem o que é direito.
22Porque não sei usar de lisonjas;em breve me levaria o meu Criador.
5O homem que lisonjeiao seu próximo armauma rede aos seus passos.
6Na transgressão do homem mau há laço,mas o justo jubilae se alegra.
11O tolo revela todo o seu pensamento,mas o sábio o guarda até o fim.
4Fará ele aliança contigo,ou o tomarás tu por servopara sempre?
6Os teus companheiros farão dele um banquete,ou o repartirãoentre os negociantes?
13Quem descobrirá a face da sua roupa?Quem entrará na sua couraça dobrada?