6Sou semelhante ao pelicano no deserto;sou como um mocho nas solidões.
7Vigio,sou como o pardal solitáriono telhado.
27Porém tu és o mesmo,e os teus anos nunca terão fim.
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6Sou semelhante ao pelicano no deserto;sou como um mocho nas solidões.
7Vigio,sou como o pardal solitáriono telhado.
27Porém tu és o mesmo,e os teus anos nunca terão fim.
4Andaram desgarrados pelo deserto,por caminhos solitários;não acharam cidadepara habitarem.
34A terra frutíferaem estéril,pela maldade dosque nela habitam.
41Porém livra ao necessitado da opressão,em um lugar alto,e multiplicaas famílias como rebanhos.
8Ainda quando clamo e grito,ele excluia minha oração.
27Bom é para o homemsuportar o jugo na sua mocidade.
28Assente-se solitárioe fique em silêncio;porquanto Deuso pôs sobre ele.
5Porque quem se compadeceria de ti,ó Jerusalém?Ou quem se entristeceria por ti?Ou quem se desviaria aperguntar pela tua paz?
8As suas viúvas mais semultiplicaram do que a areia dos mares;trouxe ao meio-dia umdestruidor sobre a mãe dos jovens;fiz que caísse de repente sobre ela,e enchesse a cidade de terrores.
17Nunca me assentei na assembleia dos zombadores,nem me regozijei;por causa da tua mão me assentei solitário;pois me encheste de indignação.
7Ah! Que solitária seja aquela noite,e nela nãoentre voz de júbilo!
18Ali os presos juntamente repousam,e não ouvem a voz do exator.
19Ali está o pequenoe o grande,e o servo livre de seu senhor.
3De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro homem; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.
19Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
24Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
1Busca satisfazer seu própriodesejo aquele que se isola;ele se insurge contra toda sabedoria.
2O tolo não temprazer na sabedoria,mas só em que se manifesteaquilo que agrada o seu coração.
13O que responde antes de ouvir cometeestultícia que é para vergonha sua.
8Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu.
20Cada um fique na vocação em que foi chamado.
32E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor;
4Porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la.
23E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.
30Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!
16Olha para mim,e tem piedade de mim,porque estou solitário e aflito.
19Olha para os meus inimigos,pois se vão multiplicandoe me odeiam com ódio cruel.
21Guardem-me a sinceridadee a retidão,porquanto espero em ti.
1Como está sentada solitáriaaquela cidade, antes tão populosa!Tornou-se como viúva,a que era grande entre as nações!A que era princesa entre as províncias,tornou-se tributária!
4Os caminhos de Siãopranteiam,porque não há quem venhaà festa solene;todas as suas portasestão desoladas;os seus sacerdotessuspiram;as suas virgens estão tristes,e ela mesma tem amargura.
9A sua imundícia estánas suas saias;nunca se lembrou do seu fim;por isso foi pasmosamente abatida,não tem consolador;vê, Senhor, a minha aflição,porque o inimigo se tem engrandecido.
14O coração entendidobuscará o conhecimento,mas a boca dos tolos seapascentará de estultícia.
21A estultícia é alegria para o quecarece de entendimento,mas o homem entendidoanda retamente.
28O coração do justo meditano que há de responder,mas a boca dos ímpiosjorra coisas más.
17Ou se, sozinho comi o meu bocado,e o órfão não comeu dele
19Se alguém vi perecer por falta de roupa,e ao necessitado por não ter coberta,
37O número dos meus passos lhe mostraria;como príncipe me chegaria a ele.
13Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
26Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último centavo.
47E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
17Os teus filhos apressadamente virão,mas os teus destruidorese os teus assoladores sairãodo meio de ti.
19Porque nos teus desertos,e nos teus lugares solitários,e na tua terra destruída,agora te verás apertadade moradores,e os que te devoravam se afastarãopara longede ti.
21E dirás no teu coração:Quem me gerou estes?Pois eu estava desfilhadae solitária; entrara em cativeiro,e me retirara; quem, pois,me criou estes?Eis que eu fui deixada sozinha;e estes onde estavam?
21Ele foi o mais ilustre dos três, pelo que foi capitão deles; porém não igualou aos primeiros três.
27Samote, o harorita; Helez, o pelonita;
29Sibecai, o husatita; Ilai, o aoíta;
4Mas prove cada um a sua própria obra, e terá glória só em si mesmo, e não noutro.
5Porque cada qual levará a sua própria carga.
18A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito! Amém.
5Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?
16Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque diz, serão dois uma só carne.
17Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
5O tolo cruza as suas mãos, e come a sua própria carne.
8Há um que é só, e não tem ninguém, nem tampouco filho nem irmão; e contudo não cessa do seu trabalho, e também seus olhos não se satisfazem com riqueza; nem diz: Para quem trabalho eu, privando a minha alma do bem? Também isto é vaidade e enfadonha ocupação.
15Vi a todos os viventes andarem debaixo do sol com a criança, a sucessora, que ficará no seu lugar.
1Por isso, não podendo esperar mais, achamos por bem ficar sozinhos em Atenas;
5Portanto, não podendo eu também esperar mais, mandei-o saber da vossa fé, temendo que o tentador vos tentasse, e o nosso trabalho viesse a ser inútil.
11Ora, o mesmo nosso Deus e Pai, e nosso Senhor Jesus Cristo, encaminhe a nossa viagem para vós.