6Vai ter com a formiga,ó preguiçoso;olha para os seus caminhos,e sê sábio.
9Ó preguiçoso,até quando ficarás deitado?Quando te levantarás do teu sono?
10Um pouco a dormir,um pouco a tosquenejar;um pouco a repousar de braços cruzados;
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6Vai ter com a formiga,ó preguiçoso;olha para os seus caminhos,e sê sábio.
9Ó preguiçoso,até quando ficarás deitado?Quando te levantarás do teu sono?
10Um pouco a dormir,um pouco a tosquenejar;um pouco a repousar de braços cruzados;
10Ao tolo não é certogozar de deleites;quanto menos ao servodominar sobre os príncipes!
15A preguiça faz cairem profundo sono,e a alma indolente padecerá fome.
24O preguiçoso escondea sua mão ao seio;e não tem disposiçãonem de torná-la à sua boca.
13O princípio das palavrasda sua boca é a estultícia,e o fim do seu falarum desvario péssimo.
15O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga,porque não sabem como ir à cidade.
18Por muita preguiçase enfraquece o teto,e pela frouxidão das mãosa casa goteja.
13Diz o preguiçoso:Um leão está no caminho;um leão está nas ruas.
15O preguiçoso escondea sua mão ao seio;e cansa-se até de torná-laà sua boca.
16Mais sábio é o preguiçosoa seus próprios olhosdo que sete homensque respondem bem.
6Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
10Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
12Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
9A minha vista desmaiapor causa da aflição.Senhor, tenho clamado a ti todoo dia,tenho estendido para ti as minhas mãos.
15Estou aflito,e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade;enquanto sofroos teus terrores, estou perturbado.
16A tua ardente indignação sobre mim vai passando;os teus terrores me têm retalhado.
2Com o silêncio fiquei mudo;calava-me mesmo acerca do bem,e a minha dor se agravou.
10Tira de sobre mim a tua praga;estou desfalecidopelo golpe da tua mão.
11Quando castigas o homem,com repreensões por causa da iniquidade,fazes comque a sua beleza se consuma como a traça;assim todohomem é vaidade.(Selá.)
8Todas as brilhantes luzes do céu enegrecerei sobre ti,e trarei trevas sobre a tua terra,diz o Senhor Deus.
18Filho do homem, pranteia sobre a multidão do Egito, e faze-a descer, a ela e às filhas das nações magníficas, às partes mais baixas da terra, juntamente com os que descem à cova.
19A quem sobrepujas tu em formosura? Desce, e deita-te com os incircuncisos.
1A minha alma tem tédio da minha vida;darei livre curso à minha queixa,falarei na amargura da minha alma.
3Parece-te bemque me oprimas,que rejeites o trabalho das tuas mãose resplandeçassobre o conselho dos ímpios?
20Porventura não são poucos os meus dias?Cessa, pois,e deixa-me,para que por um pouco eu tome alento.
5Tocha desprezível é, na opinião do que está descansado,aquele que está pronto a vacilarcom os pés.
23Multiplica as nações e as faz perecer;dispersa as nações,e de novo as reconduz.
25Nas trevas andam às apalpadelas,sem terem luz,e os faz cambalear como ébrios.
5Por que seríeisainda castigados,se mais vos rebelaríeis?Toda a cabeça está enfermae todo o coração fraco.
6Desde a plantado pé até a cabeçanão há nele coisa sã, senãoferidas,e inchaços,e chagas podresnão espremidas,nem ligadas,nem amolecidas com óleo.
11De que me serve a mima multidão de vossossacrifícios,diz o Senhor? Já estoufarto dos holocaustosde carneiros,e da gordura de animais cevados;nem me agrado de sanguede bezerros,nem de cordeiros, nem de bodes.
2Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.
8Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
16Porque onde há inveja e espírito contencioso aí há perturbação e toda a obra perversa.
9E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
10Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.
20Porque receio que, quando chegar, não vos ache como eu quereria, e eu seja achado de vós como não quereríeis; que de alguma maneira haja pendências, invejas, iras, porfias, difamações, intrigas, orgulhos, tumultos;
3Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes, cruéis, sem amor para com os bons,
4Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
5Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
14Saudai a Asíncrito, a Flegonte, a Hermes, a Pátrobas, a Hermas, e aos irmãos que estão com eles.
19Quanto à vossa obediência, é ela conhecida de todos. Comprazo-me, pois, em vós; e quero que sejais sábios no bem, mas simples no mal.
24A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.
21Envergonhado o digo, como se nós fôssemos fracos, mas no que qualquer tem ousadia (com insensatez falo) também eu tenho ousadia.
27Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.
29Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?
12Porventura envergonham-se de cometerem abominação?Não; de maneira nenhuma se envergonham,nem sabem que coisa é envergonhar-se;portanto cairão entre osque caem e tropeçarão no tempo em que eu os visitar,diz o Senhor.
18Oh! Se eu pudesse consolar-me na minha tristeza!O meu coração desfalece em mim.
21Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo;ando de luto; o espanto se apoderou de mim.
12Todo o que não tem barbatanas ou escamas, nas águas, será para vós abominação.
19E a cegonha, a garça segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego.
20Todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés, será para vós uma abominação.
7Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
19Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
24Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
1O destruidor subiu contra ti.Guarda tua fortaleza,vigia o caminho,fortalece os lombos,reforça muito o teu poder.
7É decretado:ela será levada cativa,conduzida para cima;e as suas servasa acompanharão,gemendo como pombas,batendo em seus peitos.
10Vazia, esgotadae devastada está;derrete-se o coração,e tremem os joelhos,e em todos os lombos há dor,e os rostos de todos elesse enegrecem.