Al Músico principal, á Jeduthún: Salmo de David.
1 YO DIJE: 39.1 1 R. 2.4. 2 R. 10.31.Atenderé á mis caminos,
Para no pecar con mi lengua:
Guardaré mi boca con freno,
En tanto que el impío fuere contra mí.
2 39.2 Job 40.4,5. Enmudecí con silencio, calléme aun respecto de lo bueno:
Y excitóse mi dolor.
3 39.3 Lc. 24.32. Enardecióse mi corazón dentro de mí;
Encendióse fuego en mi meditación,
Y así proferí con mi lengua:
4 39.4 Sal. 90.12. Hazme saber, Jehová, mi fin,
Y cuánta sea la medida de mis días;
Sepa yo cuánto tengo de ser del mundo.
1 Brevedad de la vida.
2 Obediencia y no sacrificio.
5 He aquí diste á mis días término corto,
Y 39.5 Sal. 90.4.mi edad es como nada delante de ti:
Ciertamente es completa 39.5 Sal. 144.4.vanidad todo hombre que vive. (Selah.)
6 Ciertamente en tinieblas anda el hombre;
39.6 Job 27.17. Ciertamente en vano se inquieta:
39.6 Sal. 49.10. Junta, y no sabe quién lo allegará.
7 Y ahora, Señor, ¿qué esperaré?
39.7 Sal. 38.15. Mi esperanza en ti está.
8 Líbrame de todas mis rebeliones;
39.8 Sal. 44.13. No me pongas por escarnio del insensato.
9 39.9 ver. 2 Enmudecí, no abrí mi boca;
Porque 39.9 2 S. 16.10. Job 2.10.tú lo hiciste.
10 39.10 Job 13.21. Quita de sobre mí tu plaga;
De la guerra de tu mano soy consumido.
11 Con castigos sobre el pecado corriges al hombre,
39.11 Job 13.28. Is. 50.9. Y haces consumirse como de polilla su grandeza:
Ciertamente vanidad es todo hombre. (Selah.)
12 Oye mi oración, oh Jehová, y escucha mi clamor:
39.12 Sal. 28.1. No calles á mis lágrimas;
39.12 Lv. 25.23. 1 Cr. 29.15. He. 11.13. 1 P. 2.11. Porque peregrino soy para contigo,
Y advenedizo, 39.12 Gn. 47.9.como todos mis padres.
13 39.13 Job 9.27 y 10.20. Déjame, y tomaré fuerzas,
Antes que vaya y perezca.
A vanidade da vida
Ao mestre de canto, Jedutum. Salmo de Davi
1 Eu disse: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua;
guardarei a boca
com um freio,
enquanto o ímpio
estiver diante
de mim.
2 Com o silêncio fiquei mudo;
calava-me mesmo acerca do bem,
e a minha dor se agravou.
3 Esquentou-se-me o coração dentro de mim;
enquanto eu meditava se acendeu um fogo;
então falei
com a minha
língua:
4 Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim,
e a medida dos meus dias qual é,
para que
eu sinta quanto
sou frágil.
5 Eis que fizeste os meus dias como a palmos;
o tempo
da minha vida é como nada diante de ti;
na verdade, todo homem,
por mais firme
que esteja,
é totalmente vaidade.
(Selá.)
6 Na verdade, todo homem anda numa vã aparência;
na verdade, em vão se inquietam;
amontoam riquezas,
e não sabem
quem as levará.
7 Agora, pois, Senhor,
que espero eu? A minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões;
não me faças
o opróbrio
dos loucos.
9 Emudeci; não abro a minha boca,
porquanto tu o fizeste.
10 Tira de sobre mim a tua praga;
estou desfalecido
pelo golpe da tua mão.
11 Quando castigas o homem,
com repreensões por causa da iniquidade,
fazes com
que a sua beleza se consuma como a traça;
assim todo
homem é vaidade.
(Selá.)
12 Ouve, Senhor, a minha oração,
e inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
não te cales perante as minhas lágrimas,
porque sou um
estrangeiro contigo
e peregrino,
como todos os
meus pais.
13 Poupa-me, até que tome alento,
antes que me vá,
e não seja
mais.
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