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Marcos 4

CNVS

Uma série de parábolas. A parábola do semeador

1 Mc 4.1-12;Mt 13.1-15;Lc 8.4-10De novo, começou Jesus a ensinar Mc 2.13;3.7à beira do mar. Reuniu-se a ele uma grande multidão, de maneira que entrou numa barca e sentou-se dentro dela no mar; e todo o povo achava-se na praia. 2 Ele lhes ensinava muitas coisas por Mc 3.23; cp.Mt 13.3-9, etc.parábolas, dizendo, no correr do seu ensino: 3 Ouvi: O semeador saiu a semear; 4 quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e comeram-na. 5 Outra parte caiu nos lugares pedregosos, onde não havia muita terra; logo nasceu, porque a terra não era profunda. 6 E, tendo saído o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7 Outra caiu entre os espinhos; e os espinhos cresceram e sufocaram-na, e não deu fruto algum. 8 Mas outras caíram na boa terra e, brotando e crescendo, davam fruto; um grão produzia trinta; outro, sessenta; e outro, cem. 9 Disse: Mt 11.15;Mc 4.23Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

A explicação da parábola

10 Quando se achou , os que estavam ao redor dele com os doze pediam a explicação das parábolas. 11 Ele lhes disse: A vós vos é dado o mistério do reino de Deus; mas 1Co 5.12s.;Cl 4.5;1Ts 4.12;1Tm 3.7aos de fora tudo se lhes propõe Mc 4.2;Mc 3.23em parábolas, 12 Mt 13.14para que, vendo, vejam, e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam, para que não suceda que se convertam e sejam perdoados. 13 Mc 4.13-20;Mt 13.18-23;Lc 8.11-15Perguntou-lhes: Não percebeis esta parábola e como entendereis todas as parábolas? 14 O semeador semeia a palavra. 15 Os que se acham pelo caminho, onde a palavra é semeada são aqueles, de quem, depois de a terem ouvido, vindo logo Mt 4.10;Mc 3.23,26Satanás, tira a palavra que neles tem sido semeada. 16 Igualmente, os semeados nos lugares pedregosos são aqueles que, ouvindo a palavra, imediatamente, a recebem com alegria; 17 eles não têm em si raiz, mas duram pouco tempo; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam. 18 Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra, 19 e os cuidados Mt 13.22do mundo, a sedução das riquezas e a cobiça de outras coisas, entrando, abafam a palavra, e ela fica infrutífera. 20 Os semeados na boa terra são os que ouvem a palavra, e a recebem, e produzem fruto, a trinta, a sessenta e a cem por um.

A parábola da candeia

21 Continuou: Mt 5.15;Lc 8.16;11.33Porventura, vem a candeia para se pôr debaixo do módioMedida de 8 1/2 litros. ou debaixo da cama? Não é, antes, para se colocar no velador? 22 Mt 10.26;Lc 8.17;12.2Pois nada está oculto, senão para ser manifesto; e nada foi escondido, senão para ser divulgado. 23 Mc 4.9;Mt 11.15Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. 24 Também lhes disse: Atendei ao que ouvis. Mt 7.2;Lc 6.38A medida de que usais, desta usarão convosco; e ainda se vos acrescentará. 25 Mt 13.12Pois ao que tem ser-lhe-á dado; e ao que não tem, até aquilo que tem, ser-lhe-á tirado.

A parábola da semente

26 Disse mais: Mc 4.26-29; cp.Mt 13.24-30O reino de Deus é como se um homem lançasse a semente na terra 27 e, dormindo ou acordado de noite e de dia, a semente germinasse e crescesse, sem ele saber como. 28 A terra por si mesma produz fruto: primeiro, a erva, depois, a espiga e, por último, o grão grado na espiga. 29 Depois de o fruto amadurecer, logo lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa.

A parábola do grão de mostarda

30 Mc 4.30-32;Mt 13.31-32;Lc 13.18-19Ainda disse: A que Mt 13.24assemelharemos o reino de Deus ou com que parábola o representaremos? 31 É como um grão de mostarda, que, quando semeado na terra, embora seja menor que todas as sementes que na terra, 32 contudo, depois de semeado, cresce e se torna a maior de todas as hortaliças e deita grandes ramos, de tal modo que as aves do céu podem pousar à sua sombra.

33 Com muitas parábolas semelhantes dirigia-lhes a palavra, conforme podiam compreendê-la; 34 não lhes falava Mt 13.34; cp.Jo 10.6;16.25sem parábolas, mas em particular explicava tudo a seus discípulos.

Jesus acalma uma tempestade

35 Mc 4.35-41;Mt 8.18,23-27;Lc 8.22-25Naquele dia, à tarde, lhes disse: Passemos para o outro lado. 36 Eles, deixando a multidão, o levaram, assim como estava, Mc 4.1;Mc 5.2,21; cp.3.9na barca; e estavam com ele outras barcas. 37 Levantou-se um grande tufão de vento, e as ondas batiam na barca, de modo que ela se enchia. 38 Jesus estava dormindo na popa sobre o travesseiro; eles o acordaram e lhe perguntaram: Mestre, não se te que pereçamos? 39 Ele, tendo acordado, repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, emudece. Cessou o vento, e houve grande bonança. 40 Então lhes perguntou: Por que sois assim tímidos? Como é que não tendes ? 41 Eles, cheios de medo, diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este que até o vento e o mar lhe obedecem?

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