1 Ó Deus, por que nos abandonaste
para sempre?
Por que estás irado
com as ovelhas do teu rebanho?
2 Lembra do teu povo,
que há tanto tempo escolheste
para ser teu
e que livraste da escravidão
para ser a tua própria gente.
Lembra do monte Sião, onde moraste.
3 Vem e anda sobre estas ruínas sem fim;
os nossos inimigos destruíram
tudo o que estava no Templo.
4 No teu Templo os teus inimigos
gritaram de alegria
e ali puseram as suas bandeiras
como sinal de vitória.
5 Eles pareciam lenhadores
cortando árvores com os seus machados.
6 Com os seus machados e marretas,
destruíram todos os enfeites
de madeira.
7 Arrasaram e incendiaram o teu Templo;
profanaram o lugar onde és adorado.
8 Eles resolveram nos esmagar
completamente;
queimaram todos os lugares santos
da terra de Israel.
9 Já não temos os milagres
que esperávamos,
não há mais profetas,
e ninguém sabe quanto tempo
isso vai durar.
10 Ó Deus, até quando os nossos inimigos
vão zombar de nós?
Será que eles vão te insultar
para sempre?
11 Por que não quiseste nos ajudar?
Por que ficas de braços cruzados?
12 Mas tu, ó Deus, tens sido o nosso Rei
desde o princípio
e nos salvaste muitas vezes.
13 Com o teu grande poder,
dividiste o Mar
e esmagaste as cabeças
dos monstros marinhos.
14 Esmagaste as cabeças
do monstro Leviatã
e deste o seu corpo
para os animais do deserto comerem.
15 Fizeste com que corressem
fontes e riachos
e secaste grandes rios.
16 Criaste o dia e a noite,
puseste o sol, a lua e as estrelas
nos seus lugares.
17 Marcaste os limites da terra
e fizeste o verão e o inverno.
18 Ó Senhor Deus, lembra
que os teus inimigos zombam de ti!
Lembra que eles não têm juízo
e xingam o teu nome.
19 Não entregues o teu povo explorado
aos seus inimigos cruéis.
Não esqueças para sempre
do teu povo perseguido.
20 Lembra da aliança que fizeste,
pois há violência
em cada canto escuro do país.
21 Não deixes que os perseguidos
sejam humilhados,
mas permite que os pobres
e os necessitados te louvem.
22 Levanta-te, ó Deus, e defende
a tua causa!
Lembra que gente sem juízo zomba de ti
o dia todo.
23 Não esqueças os gritos de raiva
dos teus inimigos
nem do barulho constante
dos teus adversários.
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1 Maskil. Asaph.Ut quid, Deus, reppulisti in finem,iratus est furor tuus super oves pascuae tuae?2 Memor esto congregationis tuae,quam possedisti ab initio.Redemisti virgam hereditatis tuae: mons Sion, in quo habitasti.3 Leva gressus tuos in ruinas sempiternas:omnia vastavit inimicus in sancto.4 Rugierunt, qui oderunt te,in medio congregationis tuae;posuerunt signa sua in signa.5 Visi sunt quasi in altum securim vibrantesin silva condensa.6 Exciderunt ianuas eius in idipsum;in securi et ascia deiecerunt.7 Incenderunt igni sanctuarium tuum,in terram polluerunt tabernaculum nominis tui;8 dixerunt in corde suo: " Opprimamus eos simul ".Combusserunt omnes congregationes Dei in terra.9 Signa nostra non vidimus;iam non est propheta,et apud nos non est qui cognoscat amplius.10 Usquequo, Deus, improperabit inimicus,spernet adversarius nomen tuum in finem?11 Ut quid avertis manum tuamet tenes dexteram tuam in medio sinu tuo?12 Deus autem rex noster ante saecula,operatus est salutes in medio terrae.13 Tu conscidisti in virtute tua mare,contribulasti capita draconum in aquis.14 Tu confregisti capita Leviathan,dedisti eum escam monstris maris.15 Tu dirupisti fontes et torrentes;tu siccasti fluvios perennes.16 Tuus est dies, et tua est nox,tu fabricatus es luminaria et solem.17 Tu statuisti omnes terminos terrae,aestatem et hiemem, tu plasmasti ea.18 Memor esto huius:inimicus improperavit Domino,et populus insipiens sprevit nomen tuum.19 Ne tradas bestiis animas confitentes tibiet animas pauperum tuorum ne obliviscaris in finem.20 Respice in testamentum,quia repleta sunt latibula terrae tentoriis violentiae.21 Ne revertatur humilis factus confusus;pauper et inops laudabunt nomen tuum.22 Exsurge, Deus, iudica causam tuam;memor esto improperiorum tuorum,quae ab insipiente fiunt tota die.23 Ne obliviscaris voces inimicorum tuorum;tumultus adversariorum tuorum ascendit semper.