1 A transgressão do ímpio diz no íntimo do meu coração: Não há temor de Deus perante os seus olhos.2 Porque em seus olhos se lisonjeia, até que a sua iniquidade se descubra ser detestável.3 As palavras da sua boca são malícia e engano; deixou de entender e de fazer o bem.4 Projeta a malícia na sua cama; põe-se no caminho que não é bom; não aborrece o mal.5 A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens.6 A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo. Senhor, tu conservas os homens e os animais.7 Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas.8 Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias;9 Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz.10 Estende a tua benignidade sobre os que te conhecem, e a tua justiça sobre os retos de coração.11 Não venha sobre mim o pé dos soberbos, e não me mova a mão dos ímpios.12 Ali caem os que praticam a iniquidade; cairão, e não se poderão levantar.
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Ao mestre de canto. De Davi, servo do Senhor. A iniqüidade fala ao ímpio no seu coração; não existe o temor a Deus ante os seus olhos,2 porque ele se gloria de que sua culpa não será descoberta nem detestada por ninguém.3 Suas palavras são más e enganosas; renunciou a proceder sabiamente e a fazer o bem.4 Em seu leito ele medita o crime, anda pelo mau caminho, não detesta o mal.5 Senhor, vossa bondade chega até os céus, vossa fidelidade se eleva até as nuvens.6 Vossa justiça é semelhante às montanhas de Deus, vossos juízos são profundos como o mar. Vós protegeis, Senhor, os homens como os animais.7 Como é preciosa a vossa bondade, ó Deus! À sombra de vossas asas se refugiam os filhos dos homens.8 Eles se saciam da abundância de vossa casa, e lhes dais de beber das torrentes de vossas delícias,9 porque em vós está a fonte da vida, e é na vossa luz que vemos a luz.10 Continuai a dar vossa bondade aos que vos honram, e a vossa justiça aos retos de coração.11 Não me calque o pé do orgulhoso, não me faça fugir a mão do pecador.12 Eis que caíram os fautores da iniqüidade, foram prostrados para não mais se erguer.