Pular para o conteúdo
Publicidade

Provérbios 31

ELB71

1 Ditados do rei Lemuel; uma advertência que a sua mãe lhe fez:31.1 Ou Ditados de Lemuel, rei de Massá, os quais a sua mãe lhe ensinou:.

2 "Ó meu filho, filho do meu ventre,

filho dos meus votos,31.2 Ou resposta às minhas orações.

3 não gaste a sua força com mulheres

nem o seu vigor com aquelas que destroem reis.

4 "Não convém aos reis, ó Lemuel,

não convém aos reis beber vinho.

Não convém aos governantes desejar bebida fermentada,

5 para não suceder que bebam e se esqueçam do que a lei determina

e deixem de fazer justiça aos oprimidos.

6 bebida fermentada aos que estão prestes a morrer

e vinho aos que estão angustiados,

7 para que bebam e se esqueçam da sua pobreza

e não se lembrem mais da sua infelicidade.

8 "Erga a voz em favor dos que não podem defender-se;

seja o defensor de todos os desamparados.

9 Erga a voz e julgue com justiça;

defenda os direitos dos pobres e dos necessitados".

10 31.10 Os versículos 10-31 são um poema acróstico no qual cada verso começa com uma letra em ordem sucessiva do alfabeto hebraico. Uma mulher de valor; feliz quem a encontrar!

É muito mais valiosa que os rubis.

11 O seu marido tem plena confiança nela,

e nunca lhe falta coisa alguma.

12 Ela lhe faz bem, não mal,

todos os dias da sua vida.

13 Escolhe a e o linho

e com prazer trabalha com as mãos.

14 Como os navios mercantes,

ela traz de longe as suas provisões.

15 Antes de clarear o dia, ela se levanta,

prepara a comida para todos os da casa

e designa tarefas às suas servas.

16 Ela avalia um campo e o compra;

com o que ganha planta uma vinha.

17 Entrega-se com vontade ao seu trabalho;

os seus braços são fortes e vigorosos.

18 Ela percebe que o seu comércio é lucrativo,

e a sua lâmpada fica acesa durante a noite.

19 Nas mãos segura o fuso

e com os dedos pega a roca.

20 Acolhe os necessitados

e estende a mão aos pobres.

21 Não teme por seus familiares quando chega a neve,

pois todos eles se agasalham com roupas de cor escarlate.

22 Faz cobertas para a sua cama;

veste-se de linho fino e de púrpura.

23 O seu marido é respeitado na porta da cidade,

onde toma assento entre as autoridades da terra.

24 Ela faz vestes de linho e as vende

e fornece cintos aos comerciantes.

25 Reveste-se de força e dignidade;

sorri diante do futuro.

26 Fala com sabedoria

e ensina com amor.

27 Cuida dos negócios da sua casa

e não come o pão da preguiça.

28 Os seus filhos se levantam e a elogiam;

o seu marido também a elogia, dizendo:

29 "Muitas mulheres agem valorosamente,

mas você supera todas elas".

30 A beleza é enganosa, e a formosura é passageira,

mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada.

31 Que ela receba a recompensa merecida,

e as suas obras sejam elogiadas à porta da cidade.

1 Worte Lemuels, des Königs; Ausspruch, O. Worte Lemuels, Königs von Massa womit seine Mutter ihn unterwies: 2 Was, mein Sohn, und was, Sohn meines Leibes, und was, Sohn meiner Gelübde? 3 Gib nicht den Weibern deine Kraft, noch deine Wege den Verderberinnen der Könige. 4 Nicht für Könige ziemt es sich, Lemuel, nicht für Könige, Wein zu trinken, noch für Fürsten, zu fragen: Wo ist starkes Getränk? 5 damit er nicht trinke und des Vorgeschriebenen vergesse, und verdrehe die Rechtssache aller Kinder des Elends. - 6 Gebet starkes Getränk dem Umkommenden, und Wein denen, die betrübter Seele sind: 7 er trinke, und vergesse seine Armut und gedenke seiner Mühsal nicht mehr. 8 Tue deinen Mund auf für den Stummen, für die Rechtssache aller Unglücklichen. W. aller Kinder des Dahinschwindens9 Tue deinen Mund auf, richte gerecht, und schaffe Recht dem Elenden und dem Dürftigen.

10 Ein Im Hebr. folgen die Anfangsbuchstaben der einzelnen Verse von hier ab der alphabetischen Ordnung wackeres Weib, wer wird es finden? denn ihr Wert steht weit über Korallen. 11 Das Herz ihres Mannes vertraut auf sie, und an Ausbeute wird es ihm nicht fehlen. 12 Sie erweist ihm Gutes und nichts Böses alle Tage ihres Lebens. 13 Sie sucht Wolle und Flachs, und arbeitet dann mit Lust ihrer Hände. 14 Sie ist Kaufmannsschiffen gleich, von fernher bringt sie ihr Brot herbei. 15 Und sie steht auf, wenn es noch Nacht ist, und bestimmt die Speise für ihr Haus und das Tagewerk O. und den Tagesbedarf; eig. das Zugemessene für ihre Mägde. 16 Sie sinnt auf ein Feld und erwirbt es; von der Frucht ihrer Hände pflanzt sie einen Weinberg. 17 Sie gürtet ihre Lenden mit Kraft und stärkt ihre Arme. 18 Sie erfährt, daß ihr Erwerb gut ist: des Nachts geht ihr Licht nicht aus; 19 sie legt ihre Hände an den Spinnrocken, und ihre Finger erfassen die Spindel. 20 Sie breitet ihre Hand aus zu dem Elenden und streckt ihre Hände dem Dürftigen entgegen. 21 Sie fürchtet für ihr Haus den Schnee nicht, denn ihr ganzes Haus ist in Karmesin gekleidet. 22 Sie verfertigt sich Teppiche; Byssus und Purpur sind ihr Gewand. 23 Ihr Mann ist bekannt in den Toren, indem er sitzt bei den Ältesten des Landes. 24 Sie verfertigt Hemden und verkauft sie, und Gürtel liefert sie dem Kaufmann. O. dem Kanaaniter, Phönizier25 Macht und Hoheit sind ihr Gewand, und so lacht sie des künftigen Tages. 26 Sie tut ihren Mund auf mit Weisheit, und liebreiche Lehre ist auf ihrer Zunge. 27 Sie überwacht die Vorgänge in ihrem Hause und ißt nicht das Brot der Faulheit. 28 Ihre Söhne stehen auf und preisen sie glücklich, ihr Mann steht auf und rühmt sie: 29 "Viele Töchter haben wacker gehandelt, du aber hast sie alle übertroffen!" 30 Die Anmut ist Trug, und die Schönheit Eitelkeit; ein Weib, das Jehova fürchtet, sie wird O. soll gepriesen werden. 31 Gebet ihr von der Frucht ihrer Hände; und in den Toren mögen ihre Werke sie preisen!

Veja também