1 Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre;
o Senhor o livrará
no dia do mal.
2 O Senhor o livrará,
e o conservará em vida;
será abençoado na terra,
e tu não o entregarás
à vontade de seus inimigos.
3 O Senhor o sustentará no leito da enfermidade;
tu o restaurarás
da sua cama
de doença.
4 Dizia eu: Senhor, tem piedade de mim;
sara a minha alma,
porque pequei
contra ti.
5 Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo:
Quando morrerá ele,
e perecerá o
seu nome?
6 E, se algum deles vem me ver, fala coisas vãs;
no seu coração amontoa a maldade;
saindo para fora,
é disso que fala.
7 Todos os que me odeiam murmuram
à uma contra mim;
contra mim
imaginam o mal,
dizendo:
8 Uma doença má se lhe tem apegado;
e agora que está deitado,
não se levantará mais.
9 Até o meu próprio amigo íntimo,
em quem eu tanto confiava,
que comia do meu pão,
levantou contra mim
o seu calcanhar.
10 Porém tu, Senhor, tem piedade de mim,
e levanta-me,
para que
eu lhes dê
o pago.
11 Por isto conheço eu que tu me favoreces:
que o meu inimigo
não triunfa
de mim.
12 Quanto a mim,
tu me sustentas na minha sinceridade,
e me puseste diante da tua face
para sempre.
13 Bendito seja o
Senhor Deus
de Israel de século em século.
Amém e Amém.
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Felizes são aqueles que socorrem os pobres;
a esses o Senhor os livra.
2 Mantendo-lhes a vida,
o Senhor os favorece aqui na Terra
e os guarda de ficarem por conta dos seus inimigos.
3 É o Senhor mesmo quem cuida deles,
quando estão doentes,
e os alivia restabelecendo-os na sua cama.
4 Eu disse ao Senhor:
"Tem piedade de mim e cura a minha alma,
pois pequei contra ti."
5 Mas os meus adversários falam contra mim dizendo:
"Não há meio de morrer,
de forma a que mais ninguém se lembre dele!"
6 Quando vêm visitar-me, são muito delicados;
dizem banalidades, para serem amáveis.
Mas no seu coração vão amontoando maldade;
quando vão embora deixam-na sair da boca.
7 E vão falando, entre si,
sobre tudo o que imaginam de mal a meu respeito.
8 E dizem: "Aquilo é doença sem cura!
Já não poderá levantar-se daquela cama!"
9 Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava,
e que comia do meu pão, até esse me trai.
10 Mas tu, Senhor, tem compaixão de mim;
dá-me de novo a saúde, para que possa retribuir-lhes.
11 Será a prova de como tu me favoreces;
que não deixas que os meus inimigos triunfem.
12 Tu me tens dado forças, porque vês que sou sincero;
deixas que eu viva na tua presença, para sempre.
13 Louvado seja o Senhor, o Deus de Israel,
através de todos os séculos e para sempre!
Amém! Assim seja!