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Salmos 39

A vaidade da vida
Ao mestre de canto, Jedutum. Salmo de Davi

1 Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos,

para não pecar com a língua;

porei mordaça à minha boca,

enquanto estiver na minha presença o ímpio.

2 Emudeci em silêncio,

calei acerca do bem,

e a minha dor se agravou.

3 Esbraseou-se-me no peito o coração;

enquanto eu meditava, ateou-se o fogo;

então, disse eu com a própria língua:

4 Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim

e qual a soma dos meus dias,

para que eu reconheça a minha fragilidade.

5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos;

à tua presença, o prazo da minha vida é nada.

Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.

6 Com efeito, passa o homem como uma sombra;

em vão se inquieta;

amontoa tesouros e não sabe quem os levará.

7 E eu, Senhor, que espero?

Tu és a minha esperança.

8 Livra-me de todas as minhas iniquidades;

não me faças o opróbrio do insensato.

9 Emudeço, não abro os lábios

porque tu fizeste isso.

10 Tira de sobre mim o teu flagelo;

pelo golpe de tua mão, estou consumido.

11 Quando castigas o homem com repreensões,

por causa da iniquidade,

destróis nele, como traça, o que tem de precioso.

Com efeito, todo homem é pura vaidade.

12 Ouve, Senhor, a minha oração,

escuta-me quando grito por socorro;

não te emudeças à vista de minhas lágrimas,

porque sou forasteiro à tua presença,

peregrino como todos os meus pais o foram.

13 Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento,

antes que eu passe e deixe de existir.

Almeida Revista e Atualizada© Copyright © 1993 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil www.sbb.org.br. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia!

1 I said, I will take heed to my ways, that I sin not with my tongue: I will keep my mouth with a bridle, while the wicked is before me.2 I was dumb with silence, I held my peace, even from good; and my sorrow was stirred.3 My heart was hot within me, while I was musing the fire burned: then spoke I with my tongue,4 LORD, make me to know my end, and the measure of my days, what it is: that I may know how frail I am.5 Behold, you have made my days as an handbreadth; and my age is as nothing before you: truly every man at his best state is altogether vanity. Selah.6 Surely every man walks in a vain show: surely they are disquieted in vain: he heaps up riches, and knows not who shall gather them.7 And now, Lord, what wait I for? my hope is in you.8 Deliver me from all my transgressions: make me not the reproach of the foolish.9 I was dumb, I opened not my mouth; because you did it.10 Remove your stroke away from me: I am consumed by the blow of your hand.11 When you with rebukes do correct man for iniquity, you make his beauty to consume away like a moth: surely every man is vanity. Selah.12 Hear my prayer, O LORD, and give ear to my cry; hold not your peace at my tears: for I am a stranger with you, and a sojourner, as all my fathers were.13 O spare me, that I may recover strength, before I go hence, and be no more.

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