Ki te tino kaiwhakatangi: Nekinoto. He Makiri, nā Rāwiri i te haerenga o ngā Tiwhi ki a Haora, kī ai, "He teka ianei kei a mātou a Rāwiri e piri ana?"
1 E te Atua, kia whakaorangia ahau e tōu ingoa;
kia whakawākia hoki ahau e tōu kaha.
2 E te Atua, whakarongo ki tāku īnoi,
tahuri mai tōu taringa ki ngā kupu a tōku māngai.
3 Nō te mea kua whakatika mai ngā tāngata iwi kē ki ahau,
ā, e whāia ana tōku wairua e te hunga tūkino;
kāhore i waiho e rātou te Atua ki tō rātou aroaro. Hera
4 Tēnei te Atua hei kaiāwhina mōku;
kei roto te Ariki i te hunga e tautoko ake ana i tōku wairua.
5 Māna e utu te kino o ōku hoariri;
hunā rātou, he pono nei hoki koe.
6 Ka kakama ahau ki te mea patunga tapu ki a koe,
ka whakamoemiti ki tōu ingoa, e Ihowā,
he mea pai hoki.
7 Kua whakaorangia hoki ahau e ia i roto i ngā hē katoa;
ā, kua titiro tōku kanohi ki te mea e hiahia ana ahau ki ōku hoariri.
1 Ao mestre de canto. Com instrumentos de corda. Hino de Davi.
2 Prestai ouvidos, ó Deus, à minha oração, não vos furteis à minha súplica;
3 escutai-me e atendei-me. Na minha angústia agito-me num vaivém, perturbo-me
4 à voz do inimigo, sob os gritos do pecador. Eles lançam o mal contra mim, e me perseguem com furor.
5 Palpita-me no peito o coração, invade-me um pavor de morte.
6 Apoderam-se de mim o terror e o medo, e o pavor me assalta.
7 Digo-me, então: tivesse eu asas como a pomba, voaria para um lugar de repouso;
8 iria bem longe morar no deserto.
9 Apressado buscaria um abrigo contra o vendaval e a tempestade.
10 Destruí-os, Senhor, confundi-lhes as línguas, porque só vejo violência e discórdia na cidade.
11 Dia e noite percorrem suas muralhas, no seu interior só há injustiça e opressão.
12 Grassa a astúcia no seu meio, a iniquidade e a fraude não deixam suas praças.
13 Se o ultraje viesse de um inimigo, eu o teria suportado; se a agressão partisse de quem me odeia, dele me esconderia.
14 Mas eras tu, meu companheiro, meu íntimo amigo,
15 com quem me entretinha em doces colóquios; com quem, por entre a multidão, íamos à casa de Deus.
16 Que a morte os colha de improviso, que eles desçam vivos à mansão dos mortos. Porque entre eles, em suas moradas, só há perversidade.
17 Eu, porém, bradarei a Deus, e o Senhor me livrará.
18 Pela tarde, de manhã e ao meio-dia lamentarei e gemerei; e ele ouvirá minha voz.
19 Ele me dará a paz, livrando minha alma dos que me acossam, pois numerosos são meus inimigos.
20 O Senhor me ouvirá e os humilhará, ele que reina eternamente, porque não se emendem nem temem a Deus.
21 Cada um deles levanta a mão contra seus amigos. Todos violam suas alianças.
22 De semblante mais brando do que o creme, trazem, contudo, no coração a hostilidade; suas palavras são mais untuosas do que o óleo, porém, na verdade, espadas afiadas.
23 Depõe no Senhor os teus cuidados, porque ele será teu sustentáculo; não permitirá jamais que vacile o justo.
24 E vós, ó meu Deus, vós os precipitareis no fundo do abismo da morte. Os homens sanguinários e ardilosos não alcançarão a metade de seus dias! Quanto a mim, é em vós, Senhor, que ponho minha esperança.