Η Σιών αληθινή πατρίδα όλων των λαών
1 Για τη συγγένεια του Κορέ. Ψαλμός ωδής.
Σιών, τα θέμελά σου στ’ άγια τα βουνά.
2 Αγαπάει ο Κύριος τις πύλες σου, Σιών
πιότερο απ’ όλες τις κατοικίες του Ιακώβ.
3 Ω, πόλη του Θεού, ό,τι για σένα λέει ο Κύριος,
τη δόξα σου πληθαίνει:
(Διάψαλμα)
4 «Την Αίγυπτο συγκαταλέγω και τη Βαβυλώνα
σ’ εκείνους που μ’ αναγνωρίζουν·
τη Φιλισταία, την Τύρο μαζί
και την Αιθιοπία.
Καθένας έχει μια απ’ αυτές πατρίδα.
5 Όμως για τη Σιών πρέπει να πουν:
"καθένας έχει αυτήν αληθινή πατρίδα,
γιατί τη στέριωσε ο ίδιος ο Ύψιστος"».
6 Όταν ο Κύριος θα καταγράψει τους λαούς,
θα σημειώσει για καθέναν απ’ αυτούς:
«Αυτός έχει αληθινή πατρίδα τη Σιών».
(Διάψαλμα)
7 Χορεύοντας και τραγουδώντας με χαρά,
«εσύ ’σαι η πατρίδα μας»
θα λέμε.
1 Cântico. Salmo dos filhos de Coré. Ao mestre de canto. Em melodia triste. Poema de Emã, ezraíta.
2 Senhor, meu Deus, de dia clamo a vós, e de noite vos dirijo o meu lamento.
3 Chegue até vós a minha prece, inclinai vossos ouvidos à minha súplica.
4 Minha alma está saturada de males, e próxima da região dos mortos a minha vida.
5 Já sou contado entre os que descem à tumba, tal qual um homem inválido e sem forças.
6 Meu leito se encontra entre os cadáveres, como o dos mortos que jazem no sepulcro, dos quais vós já não vos lembrais, e não vos causam mais cuidados.
7 Vós me lançastes em profunda fossa, nas trevas de um abismo.
8 Sobre mim pesa a vossa indignação, vós me oprimis com o peso das vossas ondas.
9 Afastastes de mim os meus amigos, objeto de horror me tornastes para eles; estou aprisionado sem poder sair,
10 meus olhos se consomem de aflição. Todos os dias eu clamo para vós, Senhor; estendo para vós as minhas mãos.
11 Será que fareis milagres pelos mortos? Ressurgirão eles para vos louvar?
12 Acaso vossa bondade é exaltada no sepulcro, ou vossa fidelidade na região dos mortos?
13 Serão nas trevas manifestadas as vossas maravilhas, e vossa bondade na terra do esquecimento?
14 Eu, porém, Senhor, vos rogo, desde a aurora a vós se eleva a minha prece.
15 Por que, Senhor, repelis a minha alma? Por que me ocultais a vossa face?
16 Sou miserável e desde jovem agonizo, o peso de vossos castigos me abateu.
17 Sobre mim tombaram vossas iras, vossos temores me aniquilaram.
18 Circundam-me como vagas que se renovam sempre, e todas, juntas, me assaltam.
19 Afastastes de mim amigo e companheiro; só as trevas me fazem companhia...